La ciudadanía europea está agotada: ¿dónde está mi tiempo? Por primera vez, se presenta una imagen clara y completa de los principales problemas relacionados con el tiempo en nueve países de la UE, que forman parte del proyecto Time4All 2.0, utilizando los datos oficiales europeos más recientes: WEB DE LA CAMPAÑA
Esto es un resumen de estos datos: El 61% de la población en edad laboral dedica unas 240 horas al año a los desplazamientos. En países como Francia o Alemania, esta cifra es aún mayor; la conciliación sigue siendo un reto estructural, el 45% de la población europea tiene dificultades para equilibrar vida y trabajo. En algunos países, como Portugal o Italia, la presión es aún mayor. No es sólo un problema de ritmos, es un problema de salud, bienestar, democracia y vida.
Es el momento de situar el derecho al tiempo en el centro de la agenda europea.
Promovemos desde todas nuestras plataformas y redes la adhesión y difusión de esta campaña internacional, dirigida a promover cambios en las políticas públicas de gestión del tiempo que pueden ayudar a revertir el malestar en el uso del tiempo y rediseñar así nuestras ciudades, transformar la vida cotidiana y lograr un mejor equilibrio temporal.
En todo el continente, ciudades, organizaciones y ciudadanos se están uniendo para replantear el concepto del reloj. Nosotros desde los Bancos de Tiempo, pedimos unirnos a este llamamiento, para poner el derecho al tiempo en primer lugar, para todas las personas en todos los países europeos.
Adéntrate en nuestro muro de redes sociales para ver la campaña #MyTimeMatters en acción. ¿Quieres participar? ¡Tu voz cuenta! Comparte tu experiencia usando #MyTimeMatters.
Campaña Co-organizada por: @timeuseinitiative @urbantimenetwork · Con el soporte de: Time4all · cofinanciada por la Unión Europea.
(PORTUGUÉS)
Os cidadãos europeus estão exaustos: onde está o meu tempo? Pela primeira vez, é apresentado um panorama claro e completo dos principais problemas relacionados com o tempo em nove países da UE, que fazem parte do projeto Time4All 2.0, utilizando os dados oficiais europeus mais recentes: SITE DA CAMPANHA.
Eis um resumo destes dados: 61% da população em idade ativa dedica cerca de 240 horas por ano aos deslocamentos. Em países como a França ou a Alemanha, este número é ainda maior; a conciliação continua a ser um desafio estrutural, 45% da população europeia tem dificuldades em equilibrar a vida e o trabalho. Em alguns países, como Portugal ou Itália, a pressão é ainda maior. Não é apenas um problema de ritmos, é um problema de saúde, bem-estar, democracia e vida.
É o momento de colocar o direito ao tempo no centro da agenda europeia.
Promovemos, a partir de todas as nossas plataformas e redes, a adesão e a divulgação desta campanha internacional, destinada a promover mudanças nas políticas públicas de gestão do tempo que possam ajudar a reverter o mal-estar na utilização do tempo e, assim, redesenhar as nossas cidades, transformar a vida quotidiana e alcançar um melhor equilíbrio temporal.
Em todo o continente, cidades, organizações e cidadãos estão a unir-se para repensar o conceito do relógio. Nós, dos Bancos do Tempo, pedimos que se juntem a este apelo, para colocar o direito ao tempo em primeiro lugar, para todas as pessoas em todos os países.
Visite a nossa página nas redes sociais para ver a campanha #MyTimeMatters em ação.
Quer participar? A sua voz conta! Partilhe a sua experiência usando
#MyTimeMatters.
Campanha coorganizada por: @timeuseinitiative @urbantimenetwork · Com o apoio de: Time4all · cofinanciada pela União Europeia.
(ENGLISH)
European citizens are exhausted: where has my time gone? For the first time, a clear and comprehensive picture of the main time-related issues in nine EU countries—which are part of the Time4All 2.0 project—is presented, using the latest official European data: CAMPAIGN WEBSITE.
Here is a summary of this data: 61% of the working-age population spends around 240 hours a year commuting. In countries such as France or Germany, this figure is even higher; work-life balance remains a structural challenge, with 45% of the European population struggling to balance work and life.
In some countries, such as Portugal or Italy, the pressure is even greater. It is not just a question of pace; it is a matter of health, well-being, democracy and life.
It is time to place the right to time at the heart of the European agenda.
We are promoting, across all our platforms and networks, support for and the dissemination of this international campaign, aimed at promoting changes in public policies on time management that can help reverse the unease surrounding the use of time and thus redesign our cities, transform daily life and achieve a better balance of time.
Across the continent, cities, organisations and citizens are coming together to rethink the concept of the clock. We at the Time Banks call on everyone to join this global appeal to put the right to time first, for all people in every country.
Visit our social media feed to see the #MyTimeMatters campaign in action.
Want to get involved? Your voice matters! Share your experience using #MyTimeMatters.
Campaign co-organised by: @timeuseinitiative @urbantimenetwork · Supported by: Time4all · co-funded by the European Union.


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